GERATIVISMO E LINGUAGEM

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

ESTUDANDO OS SINTAGMAS

Olá, pessoal!  Agora vamos entender a divisão dos “Sintagmas”. 



Para  podermos entender as divisões do Sintagma Nominal e Sintagma Verbal é necessário tomarmos algumas noções básicas: análise sintática e morfológica e as divisões da gramática. Assim teremos a Gramática Tradicional, que trabalha a Sintaxe sob a forma de análise sintática, a qual consiste em classificar os vocábulos em sujeito, predicado, objeto (direto e indireto), complemento nominal, aposto, vocativo, adjunto adnominal, adverbial, entre outros elementos.
Portanto, se temos  as frases:


A menina é bonita.
              SN             SV

A praia está deserta.
   SN            SV

Minha amiga recebeu a premiação.
       SN                      SV

Aquele garoto é da Bahia.
         SN                SV

A vida é bela.
  SN         SV



    Podemos reconhecer que quando o núcleo é um nome ou um pronome (nos exemplos em questão, respectivamente, “A menina”; “A praia”; “Minha amiga” ; “Aquele garoto”; e “A vida”,  estamos diante de um sintagma nominal (SN). 

   Os outros elementos da oração (representados por “é bonita”; “está deserta”; “recebeu a premiação” ; “é da Bahia”; “é bela”),  possuem como elemento fundamental o verbo, razão pela qual são denominados de sintagmas verbais (SV). 


     Conclui-se que o sintagma nominal tem como núcleo o nome; e o sintagma verbal, o verbo. Sobretudo, é importante ressaltar que a natureza do sintagma irá depender única e exclusivamente do tipo de elemento que constitui seu núcleo. Partindo desse pressuposto, temos o sintagma nominal, cujo núcleo é um nome; sintagma verbal, tendo como núcleo um verbo; sintagma adjetival, cujo núcleo é um adjetivo, e os sintagmas preposicionados, geralmente constituídos de uma preposição + um sintagma nominal. 






Segue um exemplo detalhado num esquema arbóreo:





segunda-feira, 14 de outubro de 2013

EXERCÍCIOS CORRIGIDOS 2


LIVROS PARA ESTUDOS

Prática da Morfossintaxe 2ª Edição



Nesta edição revista e ampliada, a autora associa conhecimento linguístico e experiência didática para revelar uma metodologia de ensino de morfossintaxe possível de ser adaptada a qualquer grau de aprendizagem. Com esse objetivo, ao mesmo tempo em que desenvolve aspectos teóricos, sinaliza abordagens mais práticas para o ensino da sintaxe da língua portuguesa. 


 Convicta de que o domínio sintático funciona como o eixo disciplinador da qualidade de construção linguística dos enunciados, a autora pretende mostrar que este é um bom caminho para resolver um dos problemas mais sérios da expressão escrita: a falta de clareza. Prática de Morfossintaxe foi escrito, sobretudo, para universitários da área de Letras e professores das escolas de ensino fundamental e médio.

Sobre a Autora:


Inez Sautchuk é Mestre e Doutora em Letras, na área de Filologia e Língua Portuguesa, pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) e faz pesquisas orientadas teoricamente pela Linguística Textual. É Professora Titular aposentada do ensino superior em São Paulo, onde ministrou cursos de graduação e pós-graduação relacionados à produção de texto escrito e à morfossintaxe. Participou da banca de correção de redação da Fuvest por vários anos e da Comissão de Especialistas de Ensino de Letras da Secretaria de Educação Superior do MEC. Escreveu o livro A produção dialógica do texto escrito, entre outras obras.

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Livro: Semântica Formal 





Descrição:
Esta obra é fruto das experiências da autora como professora de Semântica que, a partir do seu trabalho com alunos do curso de graduação em Letras, constatou a escassez de manuais de introdução à semântica, que pudessem ampará-la e a seus alunos no cotidiano da sala de aula, bem como servir de guia básico de consulta para os interessados sobre o tema. 

O livro tem como objetivo básico familiarizar o leitor com conceitos semânticos fundamentais como: operador, conectivo, tempo, aspecto,... sem os quais não é possível desenvolver pesquisas na área (para não dizer na linguística). Ao mesmo tempo, visa sensibilizá-lo para alguns fenômenos do significado que são extremamente relevantes para nossa vida cotidiana; afinal, ter consciência deles nos torna leitores e escritores menos ingênuos: a ambiguidade, a intenção do falante, a anáfora, o acarretamento,... 

Explorar esses fenômenos de uma maneira intuitiva e criativa, aproveitando a sensibilidade epilinguística dos alunos, deveria ser uma das tarefas na sala de aula do ensino médio e fundamental.
Sobre a autora: 
Roberta Pires de Oliveira é professora de Semântica no curso de Letras da Universidade Federal de Santa Catarina, mestre pela Unicamp e doutora pela Katholieke Universiteit Leuven (Bélgica). Nos últimos anos pesquisa junto ao CNPq o estudo formal do significado, em especial sobre problemas relativos ao modo como eventos e mundos possíveis são apresentados no português brasileiro. Tem pesquisado, também, problemas de natureza mais filosófica, atentando principalmente para a construção de conceitos científicos. Atualmente seu interesse está voltado para o surgimento do conceito de língua individual na lingüística, mais especificamente na semântica e em sua relação com a biologia.


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Livro: Princípios de Linguística Descritiva


Discrição:
Este livro trata das teorias e métodos utilizados para descrever a organização formal e semântica da língua. A ordenação da matéria segue mais um critério didático do que conceitual; por isso foi preciso dividir certos assuntos muito importantes (como a classificação das formas) em mais de um bloco, introduzindo o tema em nível elementar e voltando a ele posteriormente quando se tornou possível um tratamento mais aprofundado. Além de fornecer noções básicas de análise e exemplificação tirada da estrutura do português, Princípios de lingüística descritiva — Introdução ao pensamento gramatical objetiva desenvolver no estudante a sensibilidade aos fenômenos lingüísticos, algo que lhe permita saber o que observar ao se ver confrontado com dados. As duas primeiras partes foram planejadas para serem vistas em um semestre normal de 60 horas-aula. Esses capítulos devem fornecer ao aluno uma formação básica em gramática, o que constitui a melhor porta de entrada aos estudos lingüísticos. A terceira parte é composta principalmente de questões de gramática portuguesa, discutidas de maneira um pouco mais aprofundada, e às vezes sem chegar a uma solução satisfatória (é preciso lembrar sempre que a estrutura do português é um território inexplorado!). Com turmas mais preparadas, podem ser vistas no mesmo semestre, depois de terminadas as duas primeiras partes. Alternativamente, podem ser parte do material de leitura em um segundo semestre de gramática.

Autor: Mario A. Perini
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Livro: Linguística Aplicada Ao Português Morfologia


Autores: INGEDORE G. VILLAÇA KOCH E MARIA CECÍLIA P. DE SOUZA E SILVA 

Descrição:
Este livro tem como objetivo básico proceder à operacionalização para o ensino das descrições teóricas sobre morfologia, especialmente aquelas propostas na obra clássica de Mattoso Câmara Jr.

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                                  Livro: Linguística Aplicada Ao Português Sintaxe




Autores: INGEDORE G. VILLAÇA KOCH E MARIA CECÍLIA P. DE SOUZA E SILVA 

Descrição: 
Este livro apresenta a descrição das sintáticas do português, procedendo à operacionalização para o ensino dos conceitos da teoria linguística e gramática gerativa transformacional. Um estudo dos principais aspectos da sintaxe portuguesa - enfocados, também, sob o prisma da gramática tradicional


Fonte:
http://www.manole.com.br/pratica-de-morfossintaxe--2-edicao-pr-4784-183996.htm
http://30porcento.com.br/livro/8585725621-Sem%C3%A2ntica-Formal---Uma-breve-       introdu%C3%A7%C3%A3o
http://www.siciliano.com.br/
http://www.relativa.com.br/





terça-feira, 10 de setembro de 2013

O QUE É MORFOSSINTAXE ?




Quando começamos a estudar morfossintaxe parece até um bicho de sete cabeças, um monstro e muito complexo. Mas, muita calma nessa hora pessoal, é que na verdade a Morfossintaxe é a união “Morfológica” e “Sintática”. E com essa união poderemos analisar uma oração, frase ou contexto. Ainda tá confuso?! É assim mesmo! Bom, mas sempre há uma luz no fundo do túnel, por isso é importante sabermos as “classes gramaticais” para desvendar os mistérios da lendária “Morfossintaxe”. Que são substantivo, adjetivo, numeral, artigo, entre outras mais. E isso abrange todo um conjunto de saberes que vamos relembrando ao longo do caminho... e que caminho não! Tendo esse conhecimento poderemos qualificar, quantificar, numa abordagem analítica e especifica, onde compreenderemos as ligações das orações e suas funções num contexto morfologicamente e sintaticamente, e etc.
VOCÊ ENTENDEU?????!!!!!

Diante disso podemos acrescentar:

  •        A Sintaxe estuda a gramática e suas relações com as palavras, orações e frases.
  •     A Morfologia estuda a formação das palavras a saber o estudo (logia) e da forma (morfo).
  •      A Morfossintaxe estuda a parte da gramática, as palavras no que condiz à forma e à sintaxe
A origem destas palavras:

 A Sintaxe - provém do grego sýntaxis, posição em ordem. Do grego transitou para o latim syntaxis, ordem, disposição das palavras, sintaxe, cujo acusativo é syntaxe (m), donde o português sintaxe.



A Morfologia - provém do elemento morfo-, de origem grega, morphé, forma, figura, mais o elemento - logia, também de origem grega: da raiz log - de logos, palavra + - ia, sufixo.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

DIAGRAMA ARBÓREO


       Os diagramas surgiram na década de sessenta, e ao longo do tempo, estudiosos o vem aperfeiçoando. Utilizamos os Diagramas Arbóreos nos processos de analises sintáticas numa frase ou oração; para facilitar a compreensão dos fenômenos da língua e sua fonética  tanto quanto a sua estrutura numa forma visual e detalhista. Sendo assim a leitura de uma oração ou frase tem uma maior compreensão e desenvolvimento. A construção desse tipo de estrutura parece como ramificações, de uma forma organizada e conjunta. Buscando assim maior nível de identificação dos pronomes, substantivos, verbos, artigos, preposição, adjetivos. Etc. Essa estrutura lembra também uma arvore, ou suas raízes. Daí o nome (árvore arbórea). Como por Ex:



Ilustração de um Diagrama Arbóreo



O QUE É GERATIVISMO ?



A lingüística gerativa – Gerativismo ou ainda gramática gerativa é uma ciência que estuda a linguagem. Teve início nos Estados Unidos, no final da década de 50 referente aos trabalhos  e empenho do linguística Noam Choksy, professor do instituto de tecnologia   em Massachussets, o MIT. O ano de 1957 é considerado o ano do nascimento da linguística gerativa. Pois neste mesmo ano Noam Choksy, publicou o seu primeiro livro, Estruturas sintáticas
A linguística gerativista se contrapõe ao modelo behaviorista do linguista norte-americano Leonardo Bloomfield, que busca compreender o comportamento humano. Em que dizia que a linguagem humana estava ligada ao condicionamento social ou seja mediante ao resultado que  um individuo recebera na sociedade refletiria no seu organismo ou seja na sua vida. Chosmks  não dá ênfase nessa teoria pelo fato de não ser uma teoria criativa.
Para Chosmks a partir de um numero limitado de regras toda a língua pode desenvolver sequências  gramaticais. E que toda a língua tem complementos predicado e sujeito. É como se as palavras fosse uma sequência de números. E se memorizarmos os números (palavras) podemos formar novos elementos (frases). Por isso o nome de sua teoria Gerativa ( gerar – Criar frases).
Segundo Chosmks o ser humano é um ser criativo não precisando de nenhum tipo de nível intelectual para ter a capacidade de criar, inventar, modificar e criar frases. O ser humano é capaz de criar frases nunca vista antes nem por ele mesmo nem por ninguém; frases  simples ou intelectuais ou até de modificá-las. É a linguagem em evidência.


O gerativismo linguístico busca compreender a mente humana e descrever conforme a sua natureza. De uma forma matemática e abstrata (formal). Deixando um pouco de lado a gramática tradicional e caminhando para um estudo mais profundo, numa linha mais estrutural da linguística e da sociolinguística. Priorizando mais o estudo na área da mente humana a saber, Ciências Cognitivas.






Fonte de pesquisa: http://pt.scribd.com/doc/22535697/O-Behaviorismo-RESUMO
                              http://pt.wikipedia.org/wiki/Noam_Chomsky

INTRODUÇÃO




Olá pessoal ! Estamos iniciando este  blog e nele iremos  inserir  conteúdos que estudamos em sala de aulas sobre Sintaxe e Morfossintaxe na área da linguística e seu funcionamento.Tendo como foco  interagir,e compartilhar conhecimentos.

Este blog foi feito para você que gosta de ler e escrever textos. A língua nos acompanha em todos os lugares que vamos, nas conversas com os amigos, quando lemos cartazes, escrevemos bilhetes, assistindo TV, lendo algum jornal, ouvindo uma música, ou navegando pela internet. A língua esta presente constantemente em nossas vidas.

Como a linguagem é uma ferramenta, poderemos usa-lá e apresenta-lá de diversas formas e sentidos diferentes. E No mundo e que vivemos de diferentes línguas, tanto formal como informal na escrita ou fala; buscamos a todo instante entender essa variação linguística, e seus fenômenos. Visto que a língua é viva e evolutiva. Que de um modo em geral ainda bastante complexa.