GERATIVISMO E LINGUAGEM

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

RELEMBRANDO OS "TEMPOS VERBAIS"

Olá, pessoal! Que tal relembrarmos um pouco dos “Tempos Verbais”? Isso nos ajudará muito no momento em que estudarmos as orações em seus diagramas arbóreos.

Então, vamos lá!


TEMPO VERBAL

     Um tempo verbal é a categoria gramatical que diz respeito ao tempo. Toda língua é capaz de expressar inúmeras distinções de tempo: logo, amanhã, na próxima quarta-feira às duas da tarde, faz 137 anos, faz uma década. Existem línguas que constroem algumas dessas distinções de tempo como parte de sua gramática, e uma língua que assim o faz, tem a categoria tempo. A categoria gramatical de tempo é, pois, a gramaticalização do tempo. Na maioria das línguas, a categoria gramatical de tempo é indicada nos verbos, mas há exceções.
    Em algumas línguas, a categoria gramatical de tempo inexiste por completo. É o caso do chinês, onde não existe nada que equivalha ao contraste 'eu estou indo / eu estava indo' do português. Algumas línguas que dispõem da categoria distinguem apenas dois tempos; outras têm três, quatro, cinco ou mais tempos; na língua africana bemileke-dschang, distinguem-se onze tempos.
O português tem formas verbais adequadas para distinguir três situações temporais, definidas a partir do momento de fala. 

Os tempos Verbais são:

v  Modo do indicativo

·         Presente do Indicativo
·         Pretérito imperfeito
·         Pretérito Perfeito
·         Pretérito Mais-Que-Perfeito
·         Futuro do Presente Composto
·         Futuro do presente
·         Futuro do Pretérito / Condicional

v  Modo Subjuntivo (ou Conjuntivo)

·         Presente
·         Pretérito Imperfeito
·         Futuro
·         Futuro composto
·         Pretérito Perfeito
·         Pretérito Mais-Que-Perfeito

v  MODO IMPERATIVO

·                                   Afirmativo/Negativo

v FORMAS NOMINAIS

·         Infinito Impessoal
·         Infinito Pessoal
·         Gerúndio





MODO INDICATIVO: 
Expressa certeza absoluta apresentando o fato de uma maneira real, certa, positiva.

-Presente do indicativo
Expressa o fato no momento em que se fala.
Exemplo: O aluno lê o livro.

-Pretérito Imperfeito
Expressa o passado inacabado, um processo anterior ao momento em que se fala, mas que se prolongou, ou ainda, um fato habitual. Por isto, chama-se este tempo verbal de pretérito imperfeito, pois não se refere a um conceito situado perfeitamente num contexto de passado.

Emprega-se o pretérito imperfeito do Indicativo para assinalar um fato passado contínuo, permanente ou habitual, ou casual. 
Ex.: Eles vendiam sempre fiado. 

-Pretérito Perfeito
Indica um fato já ocorrido, concluído. Daí o nome: Pretérito Perfeito; referindo-se a um fato que se situa perfeitamente no passado. Emprega-se o Pretérito Perfeito do Indicativo para assinalar:

Um fato já ocorrido ou concluído: 
"Trocaram beijos ao luar tranqüilo." (Augusto Gil, Luar de Janeiro) 
"Andei longe terras,
Lidei cruas guerras,
Vaguei pelas serras,
Dos vis Aimorés." (Gonçalves Dias, I-Juca-Pirama). 

Na forma composta, é usado para indicar uma ação que se prolonga até ao momento presente; através da locução verbal, na qual se usa o particípio. 
Ex.: Tenho estudado todas as noites. 

-Pretérito Mais-Que-Perfeito
Emprega-se o pretérito mais-que-perfeito para assinalar um fato passado em relação a outro também no passado (o passado do passado, algo que aconteceu antes de outro fato também passado).

O pretérito mais-que-perfeito aparece nas formas simples e composta, sendo que a primeira costuma aparecer em discursos mais formais e a segunda, na fala coloquial.

Exemplos de usos do pretérito mais-que-perfeito simples: 
Ele comprou o apartamento com o dinheiro do carro que vendera.

Exemplos de usos do pretérito mais que perfeito composto: 
Quando eu cheguei, ela já tinha saído. 
Tinha chovido muito naquela noite. 

Futuro do presente composto
Este tempo só existe na forma composta. Assinala um fato posterior ao tempo atual, mas anterior a outro fato futuro.

Exemplo: "Até meus bisnetos nascerem, eu terei me aposentado.

Futuro do Pretérito / Condicional
Emprega-se o futuro do pretérito para assinalar:

um fato futuro em relação a outro no passado 
"Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minha mãe de saudades morreria. (Álvares Azevedo, Se Eu Morresse Amanhã). 


MODO SUBJUNTIVO (OU CONJUNTIVO):
Revela um fato duvidoso, incerto.

-Presente
Emprega-se o presente do subjuntivo para assinalar:
Um fato presente, mas duvidoso ou incerto. 
Talvez eles façam tudo aquilo que nós pedimos. 
Talvez ele saiba sobre o que está falando. 
um fato futuro, mas duvidoso ou incerto 
Talvez eles venham amanhã. 
um desejo ou uma vontade 
Espero que eles façam o serviço corretamente. 
Se choro... bebe o meu pranto a areia ardente;
talvez... prá que meu pranto, ó Deus clemente!
Não descubras no chão... (Castro Alves, Vozes d'África) 
Espero que tragam-me o dinheiro .

-Pretérito Imperfeito
Emprega-se o pretérito imperfeito do subjuntivo para assinalar:

Uma hipótese ou uma condição numa ação passada, mas posterior e dependente de outra ação passada. 
"Talvez a lágrima subisse do coração à pupila ..." (Coelho Neto, Sertão) 
"Como fizesse bom tempo, as senhoras combinaram em tomar o café na chácara." (Aluísio Azevedo, Casa de Pensão) 
"Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje vencido, como se estivesse para morrer." (Fernando Pessoa, Tabacaria - Álvaro de Campos) 
uma condição contrafatual, ou seja, que não se verifica na realidade, que teria uma certa consequência; pode se referir ao passado, ao presente ou ao futuro. 
Se ele estivesse aqui ontem, poderia ter ajudado. 
Se ele estivesse aqui agora, poderia ajudar. 
Se ele viesse amanhã, poderia ajudar. 


-Futuro
Emprega-se o futuro do subjuntivo para assinalar uma possibilidade a ser concluída em relação a um fato no futuro, uma ação vindoura, mas condicional a outra ação também futura.

Quando eu voltar, saberei o que fazer. 
Quando os sinos badalarem nove horas, voltarei para casa. 
Também pode indicar uma condição incerta, presente ou futura.

Se ele estiver lá agora, certamente ela também está. 
Se ele estiver lá amanhã, certamente ela também estará

-Futuro Composto
Emprega-se para exprimir uma possibilidade incerta, num tempo passado, ou num tempo passado em relação a um tempo futuro.

Se ela tiver chegado a tempo ontem, terá sido ótimo 
Ao final das provas, se ele tiver sido aprovado, pararão de falar mal dele. 

Pretérito Perfeito
Emprega o passado com relação a um futuro certo.

Caso eu tenha sido escolhido, ficarei muito feliz. 

-Pretérito Mais-que-Perfeito
Formado pelo imperfeito do indicativo do verbo auxiliar mais o particípio do verbo principal: ex.: tinha(ou havia)cantado, vendido, partido caso tenhas desencadeado foste à casa das cousas.

IMPERATIVO
Exprime uma atitude de solicitação, mando. É formado por afirmativo e negativo.

Este modo verbal não possui a primeira pessoa do singular (eu), pois não podemos mandar em nós mesmos. Uma atitude que expressa uma ordem, um pedido, um conselho, uma vontade ou um desejo é característica do Modo Imperativo. Exemplo: Faça isto, agora! Com relação ao Tempo, podemos expressar um fato basicamente de três maneiras diferentes:

No presente: significa que o fato está acontecendo relativamente ao momento em que se fala; No pretérito: significa que o fato já aconteceu relativamente ao momento em que se fala; No futuro: significa que o fato ainda irá acontecer relativamente ao momento em que se fala. Entretanto, as possibilidades de se localizar um processo no tempo podem ser ampliadas de acordo com as necessidades da pessoa que fala ou que relata um evento. Neste contexto, a Língua Portuguesa oferece-nos as seguintes possibilidades para combinarmos Modos e Tempo

FORMAS NOMINAIS:

-Infinito Impessoal:
 È quando não se refere a nenhuma pessoa do discurso.
Ex: “Ser ou não ser-Eis a questão”.

-Infinito Pessoal:
 É quando se refere a uma pessoa do discurso.
Ex: Ele foi visitar seu pai.

-Gerúndio
Uma ação que está acontecendo. No português, é terminado por "ando", "endo" e "indo" (no caso do verbo pôr e seus derivados, terminado em "ondo"). Exemplos: "Eu estou falando contigo"; "Nós estamos correndo em círculos !"; "Eles estão indo para a escola."; "Estou pondo novas informações neste artigo"






Fontes de pesquisa:  http://www.mundoeducacao.com/gramatica/formas-nominais-verbo.htm
                              http://pt.wikipedia.org/wiki/Tempo_verbal




RELEMBRANDO OS "PRONOMES"

       Os pronomes são um conjunto fechado de palavras de uma língua que podem substituir substantivos variados, ou frases derivadas deles, na formação de sentenças, tratando-se de um tipo particular de proforma. Em geral, os empregos de cada pronome podem depender da natureza gramatical ou semântica do substantivo representado, de sua função gramatical na sentença, e das palavras próximas. A associação (dêixis) entre o pronome e a entidade que ele representa é geralmente definida pelo contexto e pode mudar ao longo do discurso.


SÃO ELES: 

  1.  Pessoais
  2.  Possessivos
  3.  Demonstrativos
  4.  Indefinido
  5.  Relativos
  6.  Interrogativos


                                                     1. PRONOMES PESSOAIS


2. PRONOMES POSSESSIVOS



3. PRONOMES DEMONSTRATIVOS



                                                           4. PRONOMES INDEFINIDOS




                                                             5. PRONOMES RELATIVOS



   6. PRONOMES INTERROGATIVOS








quarta-feira, 16 de outubro de 2013

ESTUDANDO OS SINTAGMAS

Olá, pessoal!  Agora vamos entender a divisão dos “Sintagmas”. 



Para  podermos entender as divisões do Sintagma Nominal e Sintagma Verbal é necessário tomarmos algumas noções básicas: análise sintática e morfológica e as divisões da gramática. Assim teremos a Gramática Tradicional, que trabalha a Sintaxe sob a forma de análise sintática, a qual consiste em classificar os vocábulos em sujeito, predicado, objeto (direto e indireto), complemento nominal, aposto, vocativo, adjunto adnominal, adverbial, entre outros elementos.
Portanto, se temos  as frases:


A menina é bonita.
              SN             SV

A praia está deserta.
   SN            SV

Minha amiga recebeu a premiação.
       SN                      SV

Aquele garoto é da Bahia.
         SN                SV

A vida é bela.
  SN         SV



    Podemos reconhecer que quando o núcleo é um nome ou um pronome (nos exemplos em questão, respectivamente, “A menina”; “A praia”; “Minha amiga” ; “Aquele garoto”; e “A vida”,  estamos diante de um sintagma nominal (SN). 

   Os outros elementos da oração (representados por “é bonita”; “está deserta”; “recebeu a premiação” ; “é da Bahia”; “é bela”),  possuem como elemento fundamental o verbo, razão pela qual são denominados de sintagmas verbais (SV). 


     Conclui-se que o sintagma nominal tem como núcleo o nome; e o sintagma verbal, o verbo. Sobretudo, é importante ressaltar que a natureza do sintagma irá depender única e exclusivamente do tipo de elemento que constitui seu núcleo. Partindo desse pressuposto, temos o sintagma nominal, cujo núcleo é um nome; sintagma verbal, tendo como núcleo um verbo; sintagma adjetival, cujo núcleo é um adjetivo, e os sintagmas preposicionados, geralmente constituídos de uma preposição + um sintagma nominal. 






Segue um exemplo detalhado num esquema arbóreo:





segunda-feira, 14 de outubro de 2013

EXERCÍCIOS CORRIGIDOS 2


LIVROS PARA ESTUDOS

Prática da Morfossintaxe 2ª Edição



Nesta edição revista e ampliada, a autora associa conhecimento linguístico e experiência didática para revelar uma metodologia de ensino de morfossintaxe possível de ser adaptada a qualquer grau de aprendizagem. Com esse objetivo, ao mesmo tempo em que desenvolve aspectos teóricos, sinaliza abordagens mais práticas para o ensino da sintaxe da língua portuguesa. 


 Convicta de que o domínio sintático funciona como o eixo disciplinador da qualidade de construção linguística dos enunciados, a autora pretende mostrar que este é um bom caminho para resolver um dos problemas mais sérios da expressão escrita: a falta de clareza. Prática de Morfossintaxe foi escrito, sobretudo, para universitários da área de Letras e professores das escolas de ensino fundamental e médio.

Sobre a Autora:


Inez Sautchuk é Mestre e Doutora em Letras, na área de Filologia e Língua Portuguesa, pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) e faz pesquisas orientadas teoricamente pela Linguística Textual. É Professora Titular aposentada do ensino superior em São Paulo, onde ministrou cursos de graduação e pós-graduação relacionados à produção de texto escrito e à morfossintaxe. Participou da banca de correção de redação da Fuvest por vários anos e da Comissão de Especialistas de Ensino de Letras da Secretaria de Educação Superior do MEC. Escreveu o livro A produção dialógica do texto escrito, entre outras obras.

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Livro: Semântica Formal 





Descrição:
Esta obra é fruto das experiências da autora como professora de Semântica que, a partir do seu trabalho com alunos do curso de graduação em Letras, constatou a escassez de manuais de introdução à semântica, que pudessem ampará-la e a seus alunos no cotidiano da sala de aula, bem como servir de guia básico de consulta para os interessados sobre o tema. 

O livro tem como objetivo básico familiarizar o leitor com conceitos semânticos fundamentais como: operador, conectivo, tempo, aspecto,... sem os quais não é possível desenvolver pesquisas na área (para não dizer na linguística). Ao mesmo tempo, visa sensibilizá-lo para alguns fenômenos do significado que são extremamente relevantes para nossa vida cotidiana; afinal, ter consciência deles nos torna leitores e escritores menos ingênuos: a ambiguidade, a intenção do falante, a anáfora, o acarretamento,... 

Explorar esses fenômenos de uma maneira intuitiva e criativa, aproveitando a sensibilidade epilinguística dos alunos, deveria ser uma das tarefas na sala de aula do ensino médio e fundamental.
Sobre a autora: 
Roberta Pires de Oliveira é professora de Semântica no curso de Letras da Universidade Federal de Santa Catarina, mestre pela Unicamp e doutora pela Katholieke Universiteit Leuven (Bélgica). Nos últimos anos pesquisa junto ao CNPq o estudo formal do significado, em especial sobre problemas relativos ao modo como eventos e mundos possíveis são apresentados no português brasileiro. Tem pesquisado, também, problemas de natureza mais filosófica, atentando principalmente para a construção de conceitos científicos. Atualmente seu interesse está voltado para o surgimento do conceito de língua individual na lingüística, mais especificamente na semântica e em sua relação com a biologia.


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Livro: Princípios de Linguística Descritiva


Discrição:
Este livro trata das teorias e métodos utilizados para descrever a organização formal e semântica da língua. A ordenação da matéria segue mais um critério didático do que conceitual; por isso foi preciso dividir certos assuntos muito importantes (como a classificação das formas) em mais de um bloco, introduzindo o tema em nível elementar e voltando a ele posteriormente quando se tornou possível um tratamento mais aprofundado. Além de fornecer noções básicas de análise e exemplificação tirada da estrutura do português, Princípios de lingüística descritiva — Introdução ao pensamento gramatical objetiva desenvolver no estudante a sensibilidade aos fenômenos lingüísticos, algo que lhe permita saber o que observar ao se ver confrontado com dados. As duas primeiras partes foram planejadas para serem vistas em um semestre normal de 60 horas-aula. Esses capítulos devem fornecer ao aluno uma formação básica em gramática, o que constitui a melhor porta de entrada aos estudos lingüísticos. A terceira parte é composta principalmente de questões de gramática portuguesa, discutidas de maneira um pouco mais aprofundada, e às vezes sem chegar a uma solução satisfatória (é preciso lembrar sempre que a estrutura do português é um território inexplorado!). Com turmas mais preparadas, podem ser vistas no mesmo semestre, depois de terminadas as duas primeiras partes. Alternativamente, podem ser parte do material de leitura em um segundo semestre de gramática.

Autor: Mario A. Perini
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Livro: Linguística Aplicada Ao Português Morfologia


Autores: INGEDORE G. VILLAÇA KOCH E MARIA CECÍLIA P. DE SOUZA E SILVA 

Descrição:
Este livro tem como objetivo básico proceder à operacionalização para o ensino das descrições teóricas sobre morfologia, especialmente aquelas propostas na obra clássica de Mattoso Câmara Jr.

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                                  Livro: Linguística Aplicada Ao Português Sintaxe




Autores: INGEDORE G. VILLAÇA KOCH E MARIA CECÍLIA P. DE SOUZA E SILVA 

Descrição: 
Este livro apresenta a descrição das sintáticas do português, procedendo à operacionalização para o ensino dos conceitos da teoria linguística e gramática gerativa transformacional. Um estudo dos principais aspectos da sintaxe portuguesa - enfocados, também, sob o prisma da gramática tradicional


Fonte:
http://www.manole.com.br/pratica-de-morfossintaxe--2-edicao-pr-4784-183996.htm
http://30porcento.com.br/livro/8585725621-Sem%C3%A2ntica-Formal---Uma-breve-       introdu%C3%A7%C3%A3o
http://www.siciliano.com.br/
http://www.relativa.com.br/





terça-feira, 10 de setembro de 2013

O QUE É MORFOSSINTAXE ?




Quando começamos a estudar morfossintaxe parece até um bicho de sete cabeças, um monstro e muito complexo. Mas, muita calma nessa hora pessoal, é que na verdade a Morfossintaxe é a união “Morfológica” e “Sintática”. E com essa união poderemos analisar uma oração, frase ou contexto. Ainda tá confuso?! É assim mesmo! Bom, mas sempre há uma luz no fundo do túnel, por isso é importante sabermos as “classes gramaticais” para desvendar os mistérios da lendária “Morfossintaxe”. Que são substantivo, adjetivo, numeral, artigo, entre outras mais. E isso abrange todo um conjunto de saberes que vamos relembrando ao longo do caminho... e que caminho não! Tendo esse conhecimento poderemos qualificar, quantificar, numa abordagem analítica e especifica, onde compreenderemos as ligações das orações e suas funções num contexto morfologicamente e sintaticamente, e etc.
VOCÊ ENTENDEU?????!!!!!

Diante disso podemos acrescentar:

  •        A Sintaxe estuda a gramática e suas relações com as palavras, orações e frases.
  •     A Morfologia estuda a formação das palavras a saber o estudo (logia) e da forma (morfo).
  •      A Morfossintaxe estuda a parte da gramática, as palavras no que condiz à forma e à sintaxe
A origem destas palavras:

 A Sintaxe - provém do grego sýntaxis, posição em ordem. Do grego transitou para o latim syntaxis, ordem, disposição das palavras, sintaxe, cujo acusativo é syntaxe (m), donde o português sintaxe.



A Morfologia - provém do elemento morfo-, de origem grega, morphé, forma, figura, mais o elemento - logia, também de origem grega: da raiz log - de logos, palavra + - ia, sufixo.